Ser Ou Não Ser? Será Uma Questão?

Para gastar tanta energia, Carla Simone corre, dança, luta muay thai, faz aula de zumba e medita...

   Para gastar tanta energia, Carla Simone corre, dança, luta muay thai, faz aula de zumba e medita…

 Redação & Edição: Carla Simone

 Olá, meu nome é Carla Simone! Muito provavelmente eu seja TDAH! Por que esta dúvida  diagnóstica acontece? Porque a psicóloga dos meus filhos pediu que eu fizesse um teste para saber se eu era portadora ou não do transtorno!

O que isto significa pra mim? Muitas coisas e, ao mesmo tempo, nada!!

Durante toda a minha infância – fui filha única por 16 anos – sempre dancei, pulei e me meti em todas as atividades que envolvesse arte e exibição. Sempre quis ser o centro das atenções, estar em evidência.

Plugada no 220v, mesmo assim, não tinha problemas com estudos ou comportamentais. Apenas sempre fui impaciente. Querendo ver tudo pronto rapidamente, tal qual a velocidade do meu raciocínio. Na verdade, na infância e adolescência, nunca me vi como diferente. Talvez, menos inteligente que a maioria. No final das contas, o que eu percebia como estupidez eram, apenas, interesses distintos dos demais e uma grande intolerância a prolixidade.Isto porque eu acredito que sempre fui amante das frases curtas e diretas, de fácil entendimento e longo alcance.

E nada disso  foi empecilho para passar no vestibular aos 18 anos, iniciar uma faculdade psicologia, trancá-la um ano depois e prestar vestibular novamente,  cursar jornalismo, me formar  e trabalhar em grandes empresas.

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Viva a Hiper(CRI)atividade!!!

                          O texto abaixo é de Paula Duarte, risoterapeuta, professora de Yoga, meditadora vipássana, comunicadora, escritora, palhaça…(ufa!!!).Ele veio em resposta ao diagnóstico dado a mim, Carla Simone, uma das autoras deste blog. Resolvi publicá-lo aqui porque ele nos faz refletir e lançar mais uma forma de encarar à Hiperatividade. Como a própria autora classifica, é uma questão de “HiperCriatividade”. Leia e deleite-se com esta viagem sensível e, por que não dizer, lúdica pelo mundo da hiperatividade?

Paula Duarte é meditadora vipássana, formou-se em yoga, em recuperação motora pela dança e em risoterapia. É comunicadora e escritora. Mora no Rio de Janeiro e é responsável pelo Espaço Cósmico, ambiente para a prática de yoga, meditação, risoterapia, constelações familiares e dança, situado no Cosme Velho.

Paula Duarte é meditadora vipássana, formou-se em yoga, em recuperação motora pela dança e em risoterapia. É comunicadora e escritora. Mora no Rio de Janeiro e é responsável pelo Espaço Cósmico, ambiente para a prática de yoga, meditação, risoterapia, constelações familiares e dança, situado no Cosme Velho.

por Paula Duarte

“Ontem recebi uma constatação que muito me aliviou: “Meu bem, você não é hiperativa, você é hipercriativa.” Iupi! Sim, é isso! Precisamos modificar todos esses rótulos mentais e trazer à tona o que eles têm de melhor: que tal em vez de dizer que alguém tem depressão, considerar que a pessoa tem possibilidades incríveis de mergulhar em si mesma e encontrar sua verdade? Melhor ainda, que tal passar a chamar todos esses transtornos de trânsitos, como na astrologia?

Sim, porque todas essas fases nada mais são que trânsitos, muitas vezes engarrafados, mas sempre necessários, que nos permitem chegar mais e mais próximos, do porque estamos nesse planeta, do nosso propósito.

E aí, alguns podem pensar: hum, a menina já sofreu tanto que encontrou uma forma pollyanizada de encarar as coisas…Bueno, por um lado isso não deixa de ser verdade, mas é muito mais que isso. Eu te garanto por a mais bê que hoje, depois de quase duas décadas recebendo as visitinhas esporádicas da Dona Shiva, eu me conheço tão mais e me amo tão mais que não sei se seria possível sem esses mergulhos ou trânsitos, ou crises/oportunidades, já que uma palavra e a outra significam o mesmo em chinês. Shanti Lee que o diga Emoticon smile

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